k.

Eu não sei amar pouco,
e ao mesmo tempo não sei amar muito.

Mas, de alguma forma, encontrei a resposta:
amar sem ser amado.

Às vezes parece que tudo está bem,
mas, lá no fundo, eu ainda o quero bem.

A falta que ele faz
— e que eu juro não sentir —
é sinal de que ainda o quero aqui.

E nisso vou mergulhando,
me afogando dentro de mim,
num escuro em que nem meus olhos
conseguem se abrir.

Eu quero que ele volte,
eu quero que ele me corte.

Na minha casa sempre haverá lugar para ele morar,
mesmo que, para isso,
eu tenha que me mudar.

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